Irã ataca Israel com mísseis; conflito escala para nível inédito
Explosões em Tel Aviv e Jerusalém deixam mortos e feridos; EUA intervêm e mundo entra em alerta máximo
A madrugada de sábado (14) foi marcada por explosões em série em várias cidades israelenses, após o Irã lançar um ataque com centenas de mísseis balísticos e drones contra o território de Israel. É o ponto mais crítico da escalada entre os dois países nas últimas décadas — e pode abrir caminho para um confronto militar regional de larga escala.
Segundo autoridades locais, os alvos incluíram Tel Aviv, Jerusalém e outras áreas densamente povoadas. Até o momento, há registro de pelo menos três mortos, dezenas de feridos e ampla destruição urbana.
A retaliação do Irã
O ataque iraniano foi uma resposta direta à ofensiva israelense de quinta-feira, que destruiu parte das instalações nucleares do Irã e resultou na morte de Hossein Salami, chefe da Guarda Revolucionária.
Em comunicado, a força de elite iraniana afirmou:
“Os ataques apenas começaram. Israel ultrapassou todos os limites e pagará caro por seus crimes.”
Israel promete “resposta implacável”
O gabinete de guerra israelense foi convocado em caráter emergencial. O governo declarou que o Irã “atravessou a linha vermelha” e prometeu uma resposta “ainda mais pesada” nas próximas horas.
“Estamos diante de uma agressão sem precedentes. O Irã pagará um preço muito alto por essa escalada.” — Gabinete de Segurança Nacional de Israel
A população israelense foi orientada a permanecer em abrigos e suspender atividades públicas até nova ordem.
Estados Unidos intervêm
Fontes da Casa Branca confirmaram que militares americanos estão auxiliando Israel na interceptação dos mísseis e que reforços — incluindo navios e sistemas antimísseis — já foram mobilizados para a região. O Pentágono, no entanto, reforçou que não participou diretamente dos ataques ofensivos anteriores.
Trump responsabiliza o Irã e fala em “segunda chance”
O presidente dos EUA, Donald Trump, usou as redes sociais para dizer que o Irã ignorou um ultimato de 60 dias para assinar um novo acordo nuclear — e que o ataque poderia ter sido evitado:
“Hoje é o 61º dia. Eu disse a eles o que fazer. Agora, talvez, tenham uma segunda chance… antes que seja tarde demais.”
Trump não deixou claro se os EUA aumentarão sua participação direta no conflito, mas o tom de suas declarações indica apoio incondicional a Israel.
Alerta global
Governos ao redor do mundo estão em alerta máximo. A União Europeia, a China e a ONU pediram imediata desescalada e retorno à diplomacia. Mas a realidade no terreno aponta na direção oposta.
O temor maior é que o confronto vire uma guerra regional envolvendo:
- Líbano (Hezbollah)
- Síria
- Arábia Saudita
- e outros aliados indiretos do Irã
Enquanto isso, os mercados internacionais amanhecem em pânico:
- Petróleo dispara +12% nos contratos futuros;
- Bolsas asiáticas e europeias operam em queda;
- Investidores buscam refúgio no ouro e no dólar.
Próximos passos
Com o Oriente Médio à beira de um novo conflito armado de larga escala, o mundo observa, em tempo real, o desenrolar de um episódio que pode redesenhar a geopolítica global nas próximas semanas.



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